Se Allan Kardec tivesse escrito que ´fora do Espiritismo não há salvação´, eu teria ido por outro caminho. Graças a Deus ele escreveu ´Fora da Caridade´, ou seja, fora do Amor não há salvação´.

Chico Xavier eu sou: INES ARAUJO--- colaboradora no lar da prece

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Maria de Nazaré





ESTA BIOGRAFIA DA VIDA DE MARIA  É UM RELATO DE HUMBERTO DE CAMPOS , NÃO HÁ NENHUMA INFORMAÇÃO OU REFERENCIA NA BÍBLIA.

Maria junto a cruz,  vê a agonia de seu amado filho, Maria se recorda nesse momento de toda alegria sentida,  ao saber –se grávida do filho de Deus, a amizade de Isabel, as profecias do velho Simeão, reconhecia a presença constante de Deus a seu lado< pelo véu da lágrima que lhe cobria o rosto, lembrava-se da infância do filho amado, momentos de eterna alegria.Como mãe, amorosa
Indagava-se  o que fez Jesus para merecer tão amarga pena? Seu filho era bom , dispensava carinho fraterno a todas as criaturas, muitas vezes ia buscá-lo em meio as ruas de pedra, lá estava ele conversando consolando os que passavam, era educado, bom e sincero, recebia com carinho visitas a qualquer hora, se lembra do dia em que ainda criança, ele havia recebido dois ladrões em sua casa,  era de ver-se a amorosa solicitude com que seu vulto pequenino cuidava dos desconhecidos, tratava todos como se fossem seus irmãos, muitas vezes pensava com preocupação o futuro de seu filho, por ver com que excelência ele tratava a todos, era procurado por muitos, paralíticos buscavam a cura e saiam curados, cegos voltavam a enxergar, criaturas desamparadas e com sede de amparo o procuravam,  e saiam dali consoladas,Maria não conseguia entender o porque da cruz que levava seu filho para longe de seus braços.Uma voz divina falava aos seus ouvidos dizendo das determinações insondáveis e justas de Deus, que ela devia aceitar, pois era para a redenção divina das criaturas.então resignada em meio a lágrimas Maria  dizia:-- “Faça-se na escrava a vontade do Senhor!”
Seu filho diante dos seus olhos sofria, as violências de toda sorte , pancadas , lanças que riscavam o céu ironias mordazes era ditas a esmo, dilacerando a alma e o coração de Maria, mãe afetuosa.
Muitas mulheres tiveram pena de Maria, mas num dado momento ela sente a mão de alguém pousando no ombro, virou-se e seus olhos encontraram a figura de João, filho de Zebedeu  que lhe estendia os braços amorosos e reconhecidos. E abraçados ao pé do madeiro, buscaram ansiosamente a luz daqueles olhos misericordiosos, no cúmulo dos tormentos, diz a Jesus “Meu filho! Meu amado filho!“,  mesmo com todo sofrimento Jesus lança a eles um olhar de melancolia intraduzível, no instante derradeiro ele ainda demonstra  a sua coragem e perfeita comunhão com Deus, e fala com olhos vigilantes” “Mãe, eis aí teu filho!“ E dirigindo-se, de modo especial, com um leve aceno, ao apóstolo, disse:
“Filho, eis aí tua mãe!”


Maria envolveu-se no véu de seu pranto doloroso, mas o grande evangelista compreendeu que o Mestre, na sua derradeira lição, ensinava que o amor universal era o sublime coroamento de sua 
obra. http://www.oconsolador.com.br/linkfixo/biografias/mariadenazare.html





MÃE DE JESUS

Com o tempo me afastei do seu carinho, como filho rebelde que vai para casa dos amigos e volta tarde da noite, esqueci –me de seus cuidados, sei que moras nas estrelas e que sua luz é tão imensa, que mesmo na minha escuridão interior, brilha e reflete paz no meu caminho, Pobre Maria, que sofreu e sofre as injurias de todos os tipos, destes filhos ingratos que passeiam pela terra, entre eles me incluo, sei do seu valor, sei das preces ouvidas, sei das preces que não fiz e que mesmo assim enviaste anjos para me guardar, por amor a seu filho, que nos prometeu vida eterna.
Mãe, que de tudo cuida, como mãe zelosa faz da terra sua casa, tira o pó dos nossos erros, seca as nossas lagrimas, como a lavadeira que torce o lençol, nos ajuda na feitura dos alimentos, nos dá um coração manso e piedoso diante do irmão caído, abençoa os nossos olhos para que sintamos pena de um animal que sofre, manda-nos o vento que sacode as arvores, para que sintamos a brisa suave secando as lágrimas que por ventura continue insistindo em rolar sobre nossos rostos, nos acaricia, sussurrando em nossos ouvidos com suavidade dos anjos, para que nosso coração se encha de jubilo e louvemos ao senhor pelas alegrias da terra, que respeitemos o sol, que respiremos o ar,que admiremos vento, que nos maravilhemos diante da chuva que nos traz a abençoada água,que mata a sede e faz crescer as plantas, nos jardins e nos campos.
As vezes, como toda mãe, no capricho da educação ,manda-nos também as lágrimas que quando bem sentida, nos ensina que viemos aqui para aprender, Na dor e na alegria, a amar a Deus sobre todas as coisas
. Ensina-nos, oh mãe o teu silencio para que aceitemos as vontades do pai, sem choro, sem mágoa, e sem revolta.



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